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Brasil

Três homens são presos suspeitos de planejar matar morador de rua

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Foto: Divulgação

A Polícia Civil do Rio de Janeiro e o Ministério da Justiça e Segurança Pública realizaram neste domingo (20) uma operação para impedir o assassinato de um morador de rua que seria cometido por uma organização criminosa com o objetivo de transmitir o crime ao vivo pela internet. Três jovens foram presos nos bairros de Vicente de Carvalho e Bangu, com apoio do Laboratório de Operações Cibernéticas (Ciberlab).

De acordo com as investigações, o grupo articulava o homicídio por meio da plataforma Discord, onde também promovia atos de crueldade como maus-tratos a animais, racismo, incitação ao crime, indução à automutilação e estupro virtual. A Polícia Civil informou que os detidos integravam o núcleo principal da organização e planejavam exibir o assassinato como forma de “entretenimento”, em troca de dinheiro.

Um dos presos mantinha uma imagem pública de ativista ambiental, com participação em eventos internacionais, o que contrastava com sua atuação criminosa nas redes sociais. A operação foi batizada de Desfaçatez, em alusão à contradição entre a imagem pública dos suspeitos e suas práticas violentas nos ambientes digitais. O Ministério da Justiça reforçou que os investigados propagavam discursos de ódio e extremismo ideológico.

Metro1

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Brasil

Eduardo Bolsonaro desembarca em Miami e diz não querer voltar ao Brasil

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Foto: Mario Agra/Câmara dos Deputados

O deputado federal Eduardo Bolsonaro (PL-SP) chegou a Miami na noite deste sábado (26), acompanhado do filho caçula de quase dois anos. Em entrevista à colunista Thais Bilenky, do UOL, Eduardo afirmou que não pretende retornar ao Brasil para “não ser preso”.

Apesar de ter encerrado recentemente sua licença para atuar nos Estados Unidos, ele declarou que foi a Miami para participar de um evento com brasileiros, sem dar mais detalhes.

Questionado sobre sua atuação no país, o deputado afirmou que seu “sonho” é “botar o ministro Alexandre de Moraes na cadeia”, referindo-se a um dos principais integrantes do Supremo Tribunal Federal.

Metro1

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Brasil

STF autoriza retomada de veículos sem ordem judicial

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Fonte: O Globo / Foto: Reprodução

O Supremo Tribunal Federal (STF) decidiu que instituições financeiras podem retomar veículos de devedores sem precisar de autorização judicial, desde que o contrato inclua cláusula de alienação fiduciária. A decisão, tomada por 10 votos a 1, valida trechos do Marco Legal das Garantias (Lei 14.711/2023) e terá impacto direto nos contratos de financiamento no país.

Com essa mudança, bancos e credores podem solicitar a busca e apreensão do veículo diretamente em cartórios, caso o pagamento esteja em atraso. Essa medida já era válida para imóveis, mas agora se estende a veículos como carros e motos. O objetivo é agilizar a recuperação de bens e reduzir a sobrecarga do Judiciário.

Apesar da promessa de facilitar o acesso ao crédito e reduzir juros, a decisão gerou críticas. Entidades de magistrados e oficiais de justiça apontam riscos de abusos e violação de direitos, especialmente num cenário de alta inadimplência. O relator do caso, ministro Dias Toffoli, destacou que a medida é constitucional, desde que respeite garantias como a inviolabilidade do domicílio e o direito à defesa — que pode ser exercido posteriormente na Justiça.

Especialistas alertam que, embora a decisão possa favorecer o sistema financeiro, é essencial garantir que todo o processo de apreensão seja feito com transparência, notificação prévia e dentro da legalidade.

Agora, o desafio será equilibrar agilidade na execução com a proteção dos consumidores. A orientação é que os devedores estejam atentos às cláusulas contratuais e busquem renegociar dívidas antes que o bem seja apreendido.

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CPI das Bets: veja por que relatora pediu indiciamentos de Deolane e Virginia

Sugestões de indiciamento constam do relatório final apresentado pela senadora. O documento ainda será apreciado pela CPI, o que pode ocorrer ainda nesta semana.

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Montagem com as fotos das influenciadoras Virginia Fonseca e Deolane Bezerra — Foto: Redes sociais/Reprodução

A relatora da CPI das Bets, senadora Soraya Thronicke (Podemos-MS), pediu nesta terça-feira (10) o indiciamento das influenciadoras Virginia Fonseca e Deolane Bezerra.

As sugestões de indiciamento constam do relatório final apresentado pela senadora. O documento ainda será apreciado pela CPI, o que pode ocorrer ainda nesta semana.

Mesmo que o relatório seja aprovado, os pedidos feitos por Soraya Thronicke não significam indiciamentos automáticos. A lista é, na prática, uma sugestão.

Cabe aos órgãos responsáveis, como o Ministério Público, avaliar a apresentação de denúncias contra os nomes listados por Soraya.

O relatório final, apresentado por Soraya, sustenta que Virginia Fonseca induziu seguidores ao erro ao divulgar apostas com simulações irreais.

Para a senadora, a influenciadora deve ser denunciada pelos crimes de publicidade enganosa e estelionato.

Deolane Bezerra é apontada como sócia oculta de uma casa de apostas que não tem autorização do Ministério da Fazenda para operar.

Para Soraya Thronicke, a “ocultação da verdadeira condição de Deolane na empresa” pode se caracterizar como lavagem de dinheiro.

Ao todo, Soraya Thronicke propõe indiciar a famosa por contravenções penais de jogo de azar e loteria não autorizada e pelos crimes de estelionato, lavagem de dinheiro e integração de organização criminosa.

Após apresentar o relatório à CPI, a senadora Soraya Thronicke defendeu a conclusão apontada em seu parecer.

Segundo ela, a comissão tem “indícios mais do que suficientes” das supostas condutas criminosas das celebridades.

O que diz a relatora

Veja os argumentos da relatora para o indiciamento de:

➡️ Virginia Fonseca

Em seu parecer, a relatora aponta que Virginia Fonseca induziu seguidores a apostar com anúncios apontando ganhos irreais.

A senadora sugere que seja indiciada pelos crimes de publicidade enganosa e estelionato.

Segundo a relatora, Virginia anunciava casas de apostas com jogos simulados e irreais, em uma tentativa de “induzir os seguidores a acreditarem que os influenciadores obtêm ganhos fabulosos”.

“A atuação de influenciadores em redes sociais não é como uma publicidade qualquer. Ela é baseada na credibilidade que deriva de uma suposta atuação real dessas pessoas. Não há dúvida, assim, de que esses vídeos de apostas irreais induzem os seus seguidores em erro sobre os ganhos incorridos pela influenciadora”, afirma Soraya Thronicke.

➡️ Deolane Bezerra e membros da ZeroUm

A influenciadora Deolane Bezerra é apontada pela relatora como sócia oculta de uma casa de apostas, a ZeroUm, que não tem autorização do Ministério da Fazenda e opera a partir de uma decisão liminar da Justiça de São Paulo.

De acordo com Soraya Thronicke, a empresa sofreu “alterações societárias”, mas há “vários indícios de que Deolane continua à frente da empresa”.

“Deolane aparece em várias postagens fazendo propaganda da empresa. É pouco provável que, em tão pouco tempo, após ter fundado a empresa, ela tenha simplesmente deixado de ser sócia efetiva e passado a ser apenas garota propaganda”, diz o documento.

Para a senadora, a “ocultação da verdadeira condição de Deolane na empresa” pode se caracterizar como lavagem de dinheiro.

Em razão disso, Soraya Thronicke propõe indiciar a influenciadora e os “administradores formais da ZeroUm, que vem explorando ilegalmente a atividade de apostas”.

Essa lista contempla Deolane Bezerra, Ana Beatriz Scipiao Barros, Jair Machado Junior, José Daniel Carvalho Saturino, Leila Pardim Tavares Lima e Marcella Ferraz de Oliveira.

Todo o grupo é alvo de pedidos de indiciamentos pelos mesmos crimes: contravenções penais de jogo de azar e loteria não autorizada e pelos crimes de estelionato, lavagem de dinheiro e integração de organização criminosa.

Leila Pardim também é alvo de pedido de indiciamento pelos crimes de lavagem de dinheiro e associação criminosa, por proximidade familiar e empresarial com Daniel Pardim.

G1

Vídeo TV Senado: https://www.instagram.com/p/DKvKIJGqBO7/

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