Internacional
Papa Francisco receberá alta neste domingo após 36 dias de internação
Informação foi confirmada pela equipe médica do hospital Agostino Gemelli, localizado em Roma
Após um período de 36 dias de internação, o papa Francisco está programado para receber alta neste domingo, dia 23. A informação foi confirmada pela equipe médica do hospital Agostino Gemelli, localizado em Roma. O estado de saúde do pontífice é considerado estável, mas os médicos recomendam um repouso de pelo menos dois meses, evitando aglomerações e esforços físicos intensos.
O papa, que tem 88 anos, apresentou avanços significativos em sua recuperação, com uma redução na necessidade de oxigênio suplementar e um aumento na intensidade da fisioterapia. Ele foi admitido no hospital em 14 de fevereiro, onde foi tratado por sintomas de bronquite, além de ter sido diagnosticado com uma infecção polimicrobiana nas vias respiratórias e pneumonia bilateral.
O tratamento do papa foi desafiador, especialmente devido à sua idade avançada e a presença de doenças crônicas. Durante a internação, ele enfrentou crises respiratórias severas, que exigiram o uso de oxigênio e transfusões de sangue. Após momentos de instabilidade, a condição de Francisco se estabilizou, e em 10 de março, os médicos relataram uma “melhora consolidada” em seu quadro clínico.
A primeira imagem do papa Francisco após sua internação foi divulgada em 16 de março, mostrando o pontífice em um momento de recuperação.
Por: Fernando Dias / Jovem Pan
Internacional
Trump ameaça vice da Venezuela e afirma que ela pode “pagar preço maior”
O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, afirmou que a vice-presidente da Venezuela, Delcy Rodríguez, terá que pagar “um preço muito alto” se não fizer o que é certo. Ele ainda afirmou que o preço que ela pode pagar será “provavelmente maior que o de Nicolás Maduro”.
Essas declarações foram feitas em entrevista à revista americana The Atlantic. Trump comentou sobre a captura de Maduro, que foi preso pelos Estados Unidos e passou a noite no Centro de Detenção do Brooklyn, em Nova York. Segundo o presidente, ele não vai tolerar a “rejeição desafiadora” de Rodríguez à intervenção dos EUA.
As Forças Armadas da Venezuela reconheceram Rodríguez como presidente interina do país, conforme informou o ministro da Defesa, general Vladimir Padrino López. A Suprema Corte da Venezuela também determinou que ela assumisse o comando. No entanto, Rodríguez declarou ontem que Maduro é o único presidente da Venezuela e exigiu sua liberação imediata, além de afirmar que o país “nunca mais será colônia de nenhum império”.
Trump também mencionou que a intervenção dos Estados Unidos na Venezuela pode não ser a última. Ele afirmou, em tom de comentário, que “precisamos da Groenlândia, com certeza”.
Metro1
Economia
Trump diz que tarifas serão de 15% a 20% para países que não tenham fechado acordos até sexta-feira
O presidente Donald Trump disse nesta segunda-feira (28) que deverá implementar uma tarifa geral de entre 15% e 20% sobre as importações para os Estados Unidos provenientes de países que não tenham negociado acordos comerciais separados, segundo reportagem da CNBC.
“Para o mundo, eu diria que ficará em torno de 15% a 20%… Eu só quero ser gentil. Eu diria que na faixa de 15% a 20%, provavelmente um desses dois números”, disse Trump em Turnberry, na Escócia, ao lado do primeiro-ministro do Reino Unido, Keir Starmer. Os comentários de Trump ocorrem poucos dias antes do prazo de 1º de agosto para que entram em vigências as tarifas recíprocas, e enquanto dezenas de países ainda não fecharam acordos comerciais com os Estados Unidos.
“Vamos estabelecer uma tarifa para essencialmente o restante do mundo, e é isso que eles vão pagar se quiserem fazer negócios nos Estados Unidos, porque não dá para sentar e fazer 200 acordos”, acrescentou Trump, segundo a CNBC. Ainda não se sabe como ficará a situação do Brasil, um dos países mais afetados com taxação de 50%. O governo Lula enfrenta uma semana decisiva, ainda sem grandes avanços nas tentativas de negociação com Washington.
Metro1
Brasil
Eduardo Bolsonaro desembarca em Miami e diz não querer voltar ao Brasil
O deputado federal Eduardo Bolsonaro (PL-SP) chegou a Miami na noite deste sábado (26), acompanhado do filho caçula de quase dois anos. Em entrevista à colunista Thais Bilenky, do UOL, Eduardo afirmou que não pretende retornar ao Brasil para “não ser preso”.
Apesar de ter encerrado recentemente sua licença para atuar nos Estados Unidos, ele declarou que foi a Miami para participar de um evento com brasileiros, sem dar mais detalhes.
Questionado sobre sua atuação no país, o deputado afirmou que seu “sonho” é “botar o ministro Alexandre de Moraes na cadeia”, referindo-se a um dos principais integrantes do Supremo Tribunal Federal.
Metro1
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